Art Basel Miami Beach 2021 | Luciana Brito Galeria

30 November - 4 December 2021
  • Estande a09
    Bosco sodi | Caio Reisewitz | Geraldo de Barros | héctor zamora
    iván navarro | Regina Silveira | Waldemar Cordeiro
  • Assim como um reconhecimento da evolução da pesquisa e do fazer artístico dentro do discurso contemporâneo, para essa edição da Art Basel Miami Beach, Luciana Brito Galeria apresenta um conjunto de obras que reflete seu comprometimento com o debate artístico, numa curadoria que inclui as diferentes linguagens e abordagens, próprias da contemporaneidade. Isso se dá por meio de trabalhos de Waldemar Cordeiro (1925, Itália – 1973, Brasil), em diálogo com obras de Bosco Sodi (1970, México), Héctor Zamora (1974, México), Iván Navarro (1972, Chile) e Regina Silveira (1932, Brasil). Especialmente para esta edição da feira, Luciana Brito Galeria apresenta uma parceria inédita com a Galeria Estação, reforçando a preocupação de ambas com a valorização da arte no Brasil como uma saída inclusiva e social.

  • Regina Silveira

    1939, Porto Alegre, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

    A pesquisa artística de Regina Silveira questiona as formas ortodoxas e preestabelecidas de representação, levando-a a trabalhar novas possibilidades de significações. Suas obras exploram o espaço arquitetônico e contextual, geralmente causando estranhamento, por meio do deslocamento do comum, ou seja, das nossas referências comuns. Regina Silveira é conhecida por sua pesquisa sobre os princípios da perspectiva, tridimensionalidade e estudo das sombras, que emprega em grandes instalações site specific, recortes em vinil, projeções luminosas, gravuras, bordados, porcelana, e vídeos digitais.

     

    Bacharel em artes pelo Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1959), mestre (1980) e doutora em arte (1984) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA USP), sua carreira como docente inclui o ensino no Instituto de Artes do Rio Grande do Sul; na Universidad de Puerto Rico, Mayagüez; na FAAP, São Paulo; e na ECA USP. Foi artista convidada da Bienal de São Paulo nas edições de 1981, 1983 e 1998, da Bienal Internacional de Curitiba, em 2013 e 2015, e da Bienal do Mercosul em 2001 e 2011. Participou da Bienal de La Habana, Cuba, em 1986, 1998 e 2015; Mediations Biennale, Poznan, Polônia, em 2012; 6a Taipei Biennial, Taiwan, em 2006; e 2a Setouchi Triennale, Japão, em 2016. A artista já teve seu trabalho apresentado no Paço das Artes, São Paulo, 2020; Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, São Paulo, 2018; Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, 2015; Museo Amparo, Puebla, México, 2014; Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, 2011; Atlas Sztuki Gallery, Lodz, Polônia, 2010; Masp, 2010; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha, 2005. Regina Silveira recebeu o Prêmio Masp (2013), o Prêmio APCA pela carreira (2011) e o Prêmio Fundação Bunge (2009). Foi bolsista das fundações Fulbright (1994), Pollock-Krasner (1993) e Guggenheim (1990), e sua obra está representada em inúmeras coleções públicas e privadas, como Cisneros-Fontanals Art Foundation (EUA), Inhotim, Coleção Itaú, El Museo del Barrio (EUA), MAC-USP, Masp, MAM-RJ/SP, Pinacoteca de São Paulo, MoMA (EUA), Phoenix Museum (EUA).

  • Héctor Zamora

    1974, Cidade do México, México. Vive e Trabalha em Lisboa, Portugal

    Héctor Zamora é mais conhecido por sua pesquisa, que envolve espaços públicos e o ambiente construído. Em suas obras, o artista reinventa e redefine os espaços convencionais, sejam expositivos ou não, gerando ruídos entre os significados de público e privado, exterior e interior, real e imaginário. Se, por um lado, a obra de Héctor Zamora lida com a herança estética e formal do concretismo e outras vanguardas latino-americanas, por outro, problematiza questões sociais e políticas relacionadas ao trabalho numa sociedade de consumo e à subversão de arquiteturas, da cidade, da história.

     

    Héctor Zamora é graduado em design gráfico e geometria estrutural. Realizou mostras individuais em instituições consagradas como: The Roof Garden Commission, MET NY, EUA (2020); LABOR, Cidade do México (2019); Pavilhão Branco (Portugal, 2018); Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey (México, 2017); Fundación RAC (Espanha, 2017); Palais de Tokyo (França, 2016); CCBB São Paulo (2016), Center for Contemporary Art (Los Angeles, EUA, 2013) e Itaú Cultural (São Paulo, 2010). Entre as coletivas, destacam-se: 4th Mediterranean Biennial, Israel (2021); Hirshhorn Museum, EUA (2020); Centro Galego de Arte Contemporánea, Espanha (2018); Bienal de Xangai, China (2018); MAM-RJ (2014); Guggenheim Museum (EUA, 2013); Museo de Arte de Lima (Peru, 2012); 54ª Bienal de Veneza (Itália, 2011); 11ª e 14ª edições da Bienal de Lyon (2011 e 2017); 12th International Cairo Biennale (Egito, 2010); 9ª e 12ª edições da Bienal de la Habana (2006 e 2015); 27ª Bienal de São Paulo (2006). Zamora foi ainda contemplado com os prêmios do Graham Foundation Arquitetura + Arte (2011), The Garage Centre for Contemporary Culture (2009), The Pollock-Krasner Foundation (2007), Cisneros Fontanals Art Foundation (2006), Jumex Collection Foundation (2006), entre outros. Suas obras integram as coleções Amparo Museum (México), Fundación RAC (Espanha), Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (EUA), entre outras.

  • Waldemar Cordeiro

    1925, Roma, Itália - 1973, São Paulo, Brasil

    Waldemar Cordeiro foi uma das figuras mais importantes para a instauração da arte concreta, movimento de vanguarda fundamental para a transição da arte moderna para a contemporaneidade, o que viria a definir a arte brasileira do século XX. Além de ser pioneiro na arte de computador ainda no final da década de 1960, Waldemar Cordeiro desenvolveu e implementou projetos paisagísticos importantes no Brasil. Em sua pesquisa interdisciplinar, defendia a pintura em sua essência, com linhas e cores básicas que se sustentavam por si só, sem o respaldo da representação figurativa. Primava por uma arte objetiva e racional, muito associada aos seus estudos teóricos, além da investigação de materiais e elementos industriais. Waldemar Cordeiro trabalhava por uma arte acessível a todos, buscando um senso coletivo que se alinhava também à tecnologia, ao design e ao paisagismo. Sua pesquisa na arte sempre esteve associada a uma preocupação social e política.

     

    Waldemar Cordeiro estudou na Academia de Belas Artes de Roma (1938) e no Liceu Tasso de Roma (1945). Em 1949, estabeleceu-se no Brasil. Participou da mostra inaugural do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Do figurativismo ao abstracionismo (1949), e da I Bienal de São Paulo (1951). Também foi um dos organizadores da mostra Ruptura, também no MAM-SP (1952), e Arteônica, na Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP-SP (1971). Entre as principais exposições individuais, estão as do MAM-RJ/SP, CCSP, Buffalo University (EUA), MAC-SP, Itaú Cultural, São Paulo, e Paço Imperial, Rio de Janeiro. Entre as mostras coletivas, destacam-se as ocorridas no The Walk Art Center (EUA), Pinacoteca de São Paulo, The Museum of Fine Arts Houston (EUA), Museum of Modern Art, MoMA, NY (EUA), CCBB-SP/RJ, Goethe-Institut, Nova York (EUA), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri (Espanha), Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Bienal de São Paulo (2012, 1975, 1973, 1969, 1967, 1965, 1963, 1961, 1959, 1957, 1955, 1953 e 1951), Bienal de Nuremberg (Alemanha), entre outros. As obras de Waldemar Cordeiro integram coleções como a da Fundação de Arte Cisneros Fontanals (EUA), Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Coleção Patricia Phelps de Cisneros (EUA), Pinacoteca de São Paulo, Museum of Modern Art, MoMA, Nova York (EUA), The Museum of Fine Arts, Houston (EUA), ZKM Museum (Alemanha), entre outras.

    • Waldemar Cordeiro Sem título, 1965 nanquim sobre papel vegetal | china ink on tracing paper 32 x 45 cm | 12.6 x 17.72 in
      Waldemar Cordeiro
      Sem título, 1965
      nanquim sobre papel vegetal | china ink on tracing paper
      32 x 45 cm | 12.6 x 17.72 in
    • Waldemar Cordeiro USCOQ, 1965 nanquim sobre papel vegetal | china ink on tracing paper 21,5 x 32 cm | 8.46 x 12.6 in
      Waldemar Cordeiro
      USCOQ, 1965
      nanquim sobre papel vegetal | china ink on tracing paper
      21,5 x 32 cm | 8.46 x 12.6 in
    • Waldemar Cordeiro Sem título, 1951 óleo sobre linho | oil on linen 40 x 50 cm | 15.7 x 19.6 in
      Waldemar Cordeiro
      Sem título, 1951
      óleo sobre linho | oil on linen
      40 x 50 cm | 15.7 x 19.6 in
  • Bosco Sodi

    1970, Cidade do México, México. Vive e trabalha entre Nova York, EUA, e Cidade do México

    A pesquisa de Bosco Sodi prima pela simplicidade de materiais de origem natural, como pigmentos, serragem, fibras, madeira, terra etc. A combinação desses elementos com a gestualidade de sua produção proporcionam um caráter excepcional a cada obra, além de atribuir uma conexão especial entre ele e sua prática de criação, que transcende o conceitual. Atualmente, e cada vez mais, sua produção utiliza técnicas antigas que, além de estabelecerem uma relação direta com o discurso etnobotânico, resgatam sua ancestralidade nativo-latino-americana. Bosco Sodi também associa essas técnicas a processos tradicionais e contemporâneos, dialogando com os movimentos land art e “informalismo”.

     

    Apresentou exposições individuais em instituições consagradas como: University of South Florida Contemporary Art Museum, Tampa, EUA (2021); CAC Málaga, Espanha (2020); Royal Society of Sculptors, Londres, Inglaterra (2019); Museo di Scultura Antica Giovanni Barracco, Roma, Itália (2019); Mexican Cultural Institute, Washington, DC, EUA (2019); Museo Nacional de Arte, México (2017); The Bronx Museum, Nova York, EUA (2010). E coletivas: Harbour Arts Sculpture Park, Hong Kong (2018); The Museum of Modern Art, Gunma, Japão (2017) e Museo Espacio, México (2016), entre outras. A obra de Bosco Sodi também integra coleções importantes como Colección JUMEX (México), Harvard Art Museums (EUA), Museum of Contemporary Art San Diego (EUA), New Orleans Museum of Art (EUA), The Scottish National Gallery of Art (Escócia), Walker Art Center (EUA), entre outras.

    • Bosco Sodi Sem título, 2021 técnica mista sobre tela | mixed media on canvas 150 x 150 cm | 59.05 x 59.05 in
      Bosco Sodi
      Sem título, 2021
      técnica mista sobre tela | mixed media on canvas
      150 x 150 cm | 59.05 x 59.05 in
  • Iván Navarro

    1972, Santiago, Chile. Vive e trabalha em Nova York, EUA

    As obras de Iván Navarro atraem o público a partir da combinação de elementos que questionam nossa percepção. Por um lado, sob um ponto de vista formalista, seus trabalhos são cuidadosamente construídos, trazendo a luz como seu suporte principal. Luz que provoca os sentidos, ao mesmo tempo em que suscita um encantamento no espectador. A produção de Iván Navarro também é imbuída de conotações políticas, que são comunicadas ao público por inúmeras estratégias, como visto nos títulos de seus trabalhos, no cuidadoso uso da cor, na utilização de anagramas ou na apropriação e desconstrução de símbolos que representam ideologias e poder institucionalizado.

     

    Iván Navarro graduou-se em artes visuais, em Santiago, Chile, em 1995. Realizou mostras individuais em instituições consagradas como Farol Santander, São Paulo (2020); MAC – Niterói, RJ (2019); MACBA, Buenos Aires, Argentina (2019); Museu Nacional de Belas Artes, Santiago, Chile (2015); Espace Culturel Louis Vuitton, Paris, França (2010). Entre as coletivas, destacam-se: Illuminate SF Festival of Light, São Francisco, EUA (2020); XIV Bienal de Nuevos Medios, Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago, Chile (2019); 13ª Bienal do Cairo, Egito (2019); MACBA, Buenos Aires, Argentina (2018); Guggenheim NY, EUA (2018); Museo del Barrio, NY, EUA (2017); MuBE-SP (2016); Centro Nacional de Arte Contemporáneo, Santiago, Chile (2016); 10a Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2015); Cairo International Biennale, Egito (2010); 53a Biennale di Venezia, Itália (2009); 2a Bienal de Moscou, Rússia (2007), entre outras. Suas obras integram coleções como as do Centro Galego de Arte Contemporánea (Espanha), Fonds National d’Art Contemporain (França), Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (EUA), Inhotim, Museum of Fine Arts (Boston, EUA), Saatchi Collection (Inglaterra) e Solomon R. Guggenheim Museum (EUA).

    • Iván Navarro Eclipse (Moonlight), 2021 LED, cronômetro, alumínio, espelho, espelho unidirecional, eletricidade LED, timer, aluminum, mirror, one-way mirror and electric energy 50,8 (diâmetro) x 3,81 cm | 20 in (diameter) x 1.5 in
      Iván Navarro
      Eclipse (Moonlight), 2021
      LED, cronômetro, alumínio, espelho, espelho unidirecional, eletricidade
      LED, timer, aluminum, mirror, one-way mirror and electric energy
      50,8 (diâmetro) x 3,81 cm | 20 in (diameter) x 1.5 in
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  • Caio Reisewitz

    1967, São Paulo, onde vive e trabalha

    A pesquisa de Caio Reisewitz traz a fotografia como suporte principal. Através do refinamento técnico e temático, sua obra apresenta um interesse pela ação do homem e seus efeitos sociais e políticos, seja no espaço natural, seja no espaço arquitetônico. Enquanto sua técnica fotográfica exalta a dramaticidade entre formas, cores e texturas, sua poética artística constrói um repertório estético quase onírico. Esses aspectos estabelecem um diálogo dicotômico entre o real (aquele característico do registro fotográfico) e o quimérico (nossos próprios repertórios).

     

    Formado em artes plásticas pela Universidade de Mainz (Alemanha), Caio Reisewitz tem especialização em poéticas visuais e mestrado pela Universidade de São Paulo. Entre as bienais de que participou estão: 26ª Bienal de São Paulo (2004), 51ª Biennale di Venezia (2005), na Itália, e Nanjing Biennale (2010), na China. Também já teve seu trabalho apresentado no MUSAC – Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León (2010, Espanha); Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro e São Paulo (2010); Ella Fontanals-Cisneros Collection Miami (2005, 2010, EUA); ICP – International Center of Photography, Nova York (2014, EUA); Maison Européenne de la Photographie, Paris (2015, França); Pinacoteca de São Paulo (2017), além de Photo Shanghai (2019, China). Em 2020, lançou o livro Altamira, a partir de coleção homônima adquirida pela Pinacoteca de São Paulo. Sua obra pode ser encontrada em acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA); Fundación ARCO Madrid (Espanha); Collezione Fondazione Giovanni Guastalla (Itália); Fond National d’Art Contemporain (França); MUSAC (Espanha); MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (Brasil); Musée Malraux (França); Pinacoteca de São Paulo, entre outros.

    • Caio Reisewitz Sucupira, 2011 c-print em metacrilato | c-print mounted on Diasec 180 x 227 cm | 70,87 x 89,37 in A.P.
      Caio Reisewitz
      Sucupira, 2011
      c-print em metacrilato | c-print mounted on Diasec
      180 x 227 cm | 70,87 x 89,37 in
      A.P.
    • Caio Reisewitz Boracéia, 2012 C-print em metacrilato | C-print mounted on Diasec 155 x 122 cm | 61.02 x 48.03 in 2/5
      Caio Reisewitz
      Boracéia, 2012
      C-print em metacrilato | C-print mounted on Diasec
      155 x 122 cm | 61.02 x 48.03 in
      2/5
    • Caio Reisewitz Paretinga, 2010 C-print em metacrilato | C-print mounted on Diasec 151.6 x 122 cm | 59,7 x 48 in 4/5
      Caio Reisewitz
      Paretinga, 2010
      C-print em metacrilato | C-print mounted on Diasec
      151.6 x 122 cm | 59,7 x 48 in
      4/5
  • Geraldo de Barros

    1923, Chavantes, SP – 1998, São Paulo

    Geraldo de Barros é um dos principais nomes da arte brasileira do século XX. Combinando seus primeiros estudos sobre pintura e um interesse posterior em fotografia, ele trabalhou os limites dos processos fotográficos tradicionais, questionando as regras clássicas de composição. Além da preocupação formal, vista claramente no concretismo brasileiro, do qual Geraldo de Barros participou intensamente, ele conseguiu fundi-la com suas preocupações sociais, o que o levou a abordar os processos industriais em seu trabalho, lidando coerentemente com as construções geométricas, reprodutibilidade, socialização da arte, teoria da forma e design industrial.

     

    Ainda aos 26 anos, Geraldo de Barros participou da criação do laboratório e do curso de fotografia no Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde apresentou a exposição Fotoformas, em 1950. O artista também foi um dos principais atuantes do Foto Cine Clube Bandeirante, espaço que marcou a experimentação em fotografia no Brasil. Em 1951, participou da HfG – Hochschule für Gestaltung (Escola de Formas) em Ulm, Alemanha. Foi também um dos fundadores do Grupo Ruptura (1952) e do Grupo Rex (1966), e participou das 1ª, 2ª, 9ª, 15ª e 21ª edições da Bienal de São Paulo, e da Bienal de Veneza (Itália), em 1986. Entre diversos projetos nacionais e internacionais, as obras de Geraldo de Barros tiveram participação póstuma em diversas exposições. Em 2014, o Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, organizou a retrospectiva do artista e, no ano seguinte, a mesma exposição foi exibida no Sesc Belenzinho, em São Paulo. No ano de 2017, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva em Lisboa (Portugal) e a Document Gallery, em Chicago (EUA), realizaram mostras individuais do artista, seguidas por outras na Side Gallery, em Barcelona (Espanha), em 2018, e Kunst- und Kulturstiftung Opelvillen, em Rüsselsheim (Alemanha), em 2019. Seu trabalho integra coleções como a Fundação de Arte Cisneros Fontanals, Fundo de Arte do Estado de Genebra, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Ludwig, Fundação Max Bill, Museu Max Art, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Belas Artes, Museu de Arte de São Paulo, MoMA, Tate Modern, Photographer’s Gallery, Pinacoteca de São Paulo, Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, entre outros.