• 02.04 - 06.04.2025

    Luciana Brito galeria

    SP-Arte 2025

     
     

    Estande

    F03

     
     
    Afonso tostes | ANALIVIA CORDEIRO | ANTONIO PICHILLÁ
    BOSCO sodi | caio reisewitz | Campana
    Delson Uchôa | Fernando Zarif | gabriela machadO
    GERALDO DE BARROS | Héctor Zamora | IVÁN NAVARRO
    Liliana Porter | Marina Abramovic | RAFAEL CARNEIRO
    Raphael Zarka | regina silveirA | ROB WYNNE
    Thomaz Farkas | Tiago Tebet | WALDEMAR CORDEIRO
     
  • Para a SP-Arte 2025, a Luciana Brito Galeria apresenta obras que tratam da pintura expandida e os preceitos contemporâneos que orientam essas práticas. Com destaque para os artistas latino-americanos, a ideia é proporcionar um diálogo entre a pintura tradicional e as produções que naturalmente extrapolam os limites da tela ao trabalhar novas formas, suportes e materiais. Para isso, a galeria apresenta Afonso Tostes (1965, Brasil), Analivia Cordeiro (1954, Brasil), Antonio Pichilla (1982, Guatemala), Bosco Sodi (1970, México), Caio Reisewitz (1967, Brasil), Campana (Fernando Campana 1961-2022. Humberto Campana 1953, Brasil), Delson Uchôa (1956, Brasil), Fernando Zarif (1960-2010, Brasil), Gabriela Machado (1960, Brasil), Geraldo de Barros (1923-1998, Brasil), Hector Zamora (1974, México), Iván Navarro (1972, Chile), Liliana Porter (1941, Argentina), Rafael Carneiro (1985, Brasil), Regina Silveira (1939, Brasil), Tiago Tebet (1986, Brasil), Thomaz Farkas (1924, Hungria - 2011, Brasil), Waldemar Cordeiro (1925, Itália - 1973, Brasil), além de Marina Abramovic (1946, Iugoslávia) e Rob Wynne (1948, EUA).

  • Regina Silveira

    1939, Porto Alegre, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa artística de Regina Silveira questiona as formas ortodoxas e pré-estabelecidas de representação, levando-a a trabalhar novas possibilidades de significações. Suas obras exploram o espaço arquitetônico e contextual, geralmente causando estranhamento, por meio do deslocamento do comum, ou seja, das nossas referências comuns. Regina Silveira é conhecida por sua pesquisa sobre os princípios da perspectiva, tridimensionalidade e estudo das sombras, dos quais emprega em grandes instalações site specifics, recortes em vinil, projeções luminosas, gravuras, bordados, porcelana, vídeos digitais, etc.
     
    Bacharel em Artes pelo Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1959), Mestre (1980) e Doutora em Arte (1984) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, sua carreira como docente inclui o ensino no Instituto de Artes do Rio Grande do Sul; na Universidade de Puerto Rico, em Mayaguez; na FAAP, São Paulo; e na ECA-USP. Foi artista convidada da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, Coimbra, Portugal, em 2024,  Bienal de São Paulo nas edições de 1981, 1983, 1998 e 2021, da Bienal Internacional de Curitiba em 2013 e 2015, e da Bienal do Mercosul em 2001 e 2011. Participou da Bienal de La Habana, Cuba, em 1986, 1998 e 2015; Médiations Biennale, Poznan, Polônia, em 2012; 6a Taipei Biennial, Taiwan, em 2006; e 2a Setouchi Triennale, Japão, em 2016. Mais recentemente, em 2025, a artista inaugurou sua maior obra comissionada, Paradise, no IAH Terminal D - George Bush Intercontinental Airport, em Houston, EUA, além de de mostras individuais no Instituto Arte Contemporânea (USP), em São Paulo, e no La Virreina Centre de La Imatge, Barcelona, Espanha. Em 2021-22, Regina Silveira apresentou uma grande retrospectiva no Museu de Arte Contemporânea – MAC-USP, em São Paulo. Além disso, a artista já teve seu trabalho apresentado no La Virreina Centre de La Imatge, Barcelona, Espanha, 2024; Paço das Artes, São Paulo, 2020; Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, São Paulo, Brasil, 2018; Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2015; Museo Amparo, Puebla, México, 2014; Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre Brasil, 2011; Atlas Sztuki Gallery, Lodz, Polônia, 2010; MASP-SP, 2010; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, 2005. Regina Silveira recebeu o Prêmio MASP (2013), o Prêmio APCA pela carreira (2011) e o Prêmio Fundação Bunge (2009). Foi bolsista das fundações Fulbright (1994), Pollock-Krasner (1993) e Guggenheim (1990) e sua obra está representada em inúmeras coleções públicas e privadas, como Cisneros-Fontanals Art Foundation (EUA), Inhotim (Brasil), Coleção Itaú (Brasil), El Museo del Barrio (EUA), MAC-USP (Brasil), MASP (Brasil), MAM-RJ/SP (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), MoMA (EUA), Phoenix Museum (EUA).
  • R E G I N A S I L V E I R A “Snake 2” da série 'Track', 2007/2018...
    R E G I N A  S I L V E I R A
    “Snake 2” da série "Track", 2007/2018
    gravação sobre placa de ACM
    engraved on ACM plate
    211 x 200 x 16 cm
    83.07 x 78.74 x 2.75 in
    ed 1 + P.A.
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  • Liliana Porter

    1941, Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha em Nova York, EUA
  • Por meio de referências da cultura popular e da memória coletiva, Liliana Porter se utiliza de artifícios que beiram o fantástico para compor trabalhos que subvertem as convenções impostas pelo cotidiano e pela própria arte, criando situações ambíguas e controversas, em situações chamadas “vinhetas teatrais”. Através de uma coleção particular de imagens e pequenos objetos, a artista trabalha diferentes suportes, desde fotografia, vídeos e instalações, para nos colocar diante de narrativas alegóricas e distorcidas da realidade e do tempo.
     
    Liliana Porter é formada em Artes Visuais pela Escuela Nacional de Bellas Artes (Buenos Aires, Argentina) e pela Universidad Iberoamericana (Cidade do México, México). Radicada nos EUA desde 1964, fundou no mesmo ano o New York Graphic Workshop, com Luis Camnitzer e José Guillermo Castillo. Em 1974, participou da criação da residência Studio Camnitzer, na Itália. Dentre as suas exposições individuais, destacam-se as realizadas no Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires, Argentina (2024, 2003), Hessel Museum of Art - Bard College, Nova York, EUA (2024), San Jose Museum of Art, San José, EUA (2023), Saint Louis Art Museum, EUA (2022), National Gallery of Art, Varsóvia, Polônia (2019), Pérez Museum, Miami, EUA (2018), El Museo del Barrio, Nova York, EUA (2018), Museum of Fine Arts, Boston, EUA (2014), MALBA, Buenos Aires, Argentina (2013), Museu Tamayo, México (2009), Phoenix Art Museum, EUA (2000), Bronx Museum (1992), Museo de Arte Moderno, Cali, Colômbia (1990) e Museum of Modern Art-MoMA, Nova York, EUA (1973). Dentre as coletivas, destacam-se as da BIENALSUR, Museo Nacional de Bellas Artes de Chile, Santiago, Chile (2024), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2024), Centre Pompidou Málaga, Málaga, Espanha (2023), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2021), Guggenheim Museum, Nova York, EUA (2019), Pinacoteca do Estado de São Paulo (2018), Brooklyn Museum, EUA (2018), 57ª Bienal de Veneza, Itália(2017), Whitney Museum of Art, Nova York, EUA (2016), Museo Nacionale de Artes Visuales, Montevideo, Uruguai (2015), Bienal de Curitiba, Brasil (2011), Tokyo Metropolitan Museum of Art, Japão (2008), VI Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2007), III Bienal Iberoamericana de Lima, Peru (2002), etc. Suas obras integram mais de 50 coleções públicas, incluindo o Whitney Museum (EUA), Tate Modern (inglaterra), Smithsonian Institution (EUA), MoMA (EUA), Metropolitan Museum (EUA), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), MALBA (Argentina), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha) e Daros Latinamerica (Alemanha).
  • L I L I A N A P O R T E R “To face it” , 2023 grafite, plástico...
    L I L I A N A  P O R T E R
    “To face it” , 2023
    grafite, plástico e acrílica sobre papel
    graphite, plastic and acrylic on paper
    30,4 x 45,7 cm
    12 x 18 in
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  • Waldemar Cordeiro

    1925, Roma, Itália – 1973, São Paulo, Brasil.
  • Waldemar Cordeiro foi uma das figuras mais importantes para a instauração da Arte Concreta, movimento de vanguarda fundamental para transição da Arte Moderna para a contemporaneidade, o que viria a definir a arte brasileira do século 20. Além de ser pioneiro na arte de computador ainda no final da década de 1960, Waldemar Cordeiro desenvolveu e implementou projetos paisagísticos importantes no Brasil. Em sua pesquisa interdisciplinar, defendia a pintura em sua essência, com linhas e cores básicas que se sustentam por si só, sem o respaldo da representação figurativa. Primava por uma arte objetiva e racional, muito associada aos seus estudos teóricos, além da investigação de materiais e elementos industriais. Waldemar Cordeiro trabalhava por uma arte acessível a todos, buscando um senso coletivo que se alinhava também à tecnologia, design e ao paisagismo. Sua pesquisa na arte sempre esteve associada a uma preocupação social e política.
     
    Waldemar Cordeiro estudou na Academia de Belas Artes de Roma (1938) e no Liceu Tasso de Roma (1945). Em 1949, estabeleceu-se no Brasil. Participou da mostra inaugural do Museu de Arte Moderna de São Paulo “Do figurativismo ao abstracionismo” (1949), além da I Bienal de São Paulo (1951). Foi ainda um dos organizadores da mostra “Ruptura”, também no MAM-SP (1952) e “Arteônica”, na Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP-SP (1971). Dentre as principais exposições individuais, estão a mostra virtual permanente Waldemar Cordeiro: Bits of the Planet, as do MAM-RJ/SP (Brasil), CCSP (Brasil), Buffalo University (EUA), MAC-SP (Brasil), Instituto Itaú Cultural, São Paulo (Brasil) e Paço Imperial, RJ (Brasil). Dentre as mostras coletivas, estão as realizadas no Museum of Latin American Art - MOLAA, Long Beach (EUA), The Walk Art Center (EUA), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), The Museum of Fine Arts Houston (EUA), Museum of Modern Art, MoMA, NY (EUA), CCBB, SP/RJ (Brasil), Goethe-Institut, NY (EUA), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri (Espanha), Instituto Tomie Ohtake, SP (Brasil), Bienal de Veneza (2024), Bienal de São Paulo (2012, 1975, 1973, 1969, 1967, 1965, 1963, 1961, 1959, 1957, 1955, 1953 e 1951 edições), Bienal de Nuremberg (Alemanha), etc. As obras de Waldemar Cordeiro estão presentes em coleções como a Fundação de Arte Cisneros Fontanals (EUA), Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Brasil), Coleção Patrícia Phelps de Cisneros (EUA), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), Museum of Modern Art, MoMA (EUA), The Museum of Fine Arts, Houston (EUA), ZKM Museum (Alemanha) , dentre outros.
  • W A L D E M A R C O R D E I R O “Gente Grau 0”, 1973...
    W A L D E M A R  C O R D E I R O
    “Gente Grau 0”, 1973

    impressão de computador

    computer output

    140,5 x 75 cm
    55.31 x 29.53 in
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  • W A L D E M A R C O R D E I R O Luminária desenhada por Waldemar...
    W A L D E M A R  C O R D E I R O
    Luminária desenhada por Waldemar Cordeiro em 1957 para seus projetos paisagísticos, 1957/2018

    alumínio e lâmpada

    aluminum and lamp

    54 x 30 x 30 cm
    21.25 x 11.81 x 11.81 in
    ed 4/20
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  • Waldemar Cordeiro: Fantasia Exata, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, 2013
  • Geraldo de Barros

    1923, Chavantes, Brasil - 1998, São Paulo, Brasil.
  • Geraldo de Barros é um dos principais nomes da arte brasileira do século XX. Combinando seus primeiros estudos sobre pintura e um interesse posterior em fotografia, ele trabalhou os limites dos processos fotográficos tradicionais, intervindo diretamente no negativo, fazendo múltiplas exposições do mesmo filme, sobreposições, montagens e recortes, questionando as regras clássicas de composição. Apesar da profunda preocupação formal, vista claramente no concretismo brasileiro, do qual Geraldo de Barros participou intensamente, ele conseguiu fundi-la com suas preocupações sociais, o que o levou a abordar os processos industriais em seu trabalho, lidando coerentemente com as construções geométricas, reprodutibilidade, socialização da arte, teoria da forma e design industrial.
     
    Geraldo de Barros, ainda aos 26 anos, participou da criação do laboratório e do curso de fotografia no Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde apresentou a exposição Fotoformas, em 1950. O artista também foi um dos principais atuantes do Foto Cineclube Bandeirante, espaço que marcou a experimentação em fotografia no Brasil. Em 1951, participou do HfG - Hoschule für Gestaltung (Escola de Formas) em Ulm, Alemanha. Foi também um dos fundadores do Grupo Ruptura (1952) e Grupo Rex (1966) e participou da 1ª, 2ª, 9ª, 15ª e 21ª Bienal de São Paulo e da Bienal de Veneza (Itália), em 1986. Entre diversos projetos nacionais e internacionais, as obras de Geraldo de Barros tiveram participação póstuma em diversas exposições. Em 2014, o Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, organizou a retrospectiva do artista e, no ano seguinte, a mesma exposição foi exibida no SESC Belenzinho, em São Paulo. No ano de 2017, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva em Lisboa (Portugal) e a Document Gallery, em Chicago (EUA), realizaram mostras individuais do artista, seguidas por outras na Side Gallery, em Barcelona (Espanha), em 2018, Kurst und Kulturstiftung Opelvillen, em Rüsselsheim (Alemanha). Em 2021, o Itaú Cultural apresentou mostra individual, enquanto em 2022, o Museé d’Art Moderne et Contemporain – MAMCO, na Suíça, realizou a maior retrospectiva do artista na Europa. Em 2025, Geraldo de Barros participou da mostra sobre o modernismo brasileiro na Royal Academy of Arts, em Londres (Inglaterra) e Zentrum Paul Klee, em Berna, (Suíça). Seu trabalho faz parte de coleções como a Fundação de Arte Cisneros Fontanals, Fundo de Arte do Estado de Genebra, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Ludwig, Fundação Max Bill, Museu Max Art, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Belas Arte, Museu de Arte de São Paulo, MoMA Nova York, Tate Modern Inglaterra, Photographer’s Gallery Inglaterra, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museo de Arte Latino Americana de Buenos Aires, etc.
  • G E R A L D O DE B A R R O S Sem título | Untitled, 1983 montagem...
    G E R A L D O  DE  B A R R O S
    Sem título | Untitled, 1983

    montagem em plástico laminado sobre madeira

    laminated plastic mounted on wood

    90 x 90 cm
    35.43 x 35.43 in
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  • G E R A L D O DE B A R R O S Sem título | Untitled, 1983 montagem...
    G E R A L D O  DE  B A R R O S
    Sem título | Untitled, 1983

    montagem em plástico laminado sobre madeira

    laminated plastic mounted on wood

    90 x 90 cm
    35.43 x 35.43 in
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  • G E R A L D O DE B A R R O S Sem título | Untitled, 1983 montagem...
    G E R A L D O  DE  B A R R O S
    Sem título | Untitled, 1983

    montagem em plástico laminado sobre madeira

    laminated plastic mounted on wood

    90 x 90 cm
    35.43 x 35.43 in
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  • G E R A L D O DE B A R R O S “Cadeira Unilabor” #1, 1954 ferro e...
    G E R A L D O  DE  B A R R O S
    “Cadeira Unilabor” #1, 1954

    ferro e assento estofado

    iron and upholstered seat

    82 x 44 x 39 cm
    32.28 x 17.32 x 15.35 in
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  • Delson Uchôa

    1956, Maceió, Brasil. Vive e trabalha em Maceió, Brasil.
  • A pesquisa de Delson Uchôa tem a luz como seu objeto principal, considerada pelo artista como identidade da sua região de origem: Maceió (AL). É através dela, que o artista trabalha o tempo, a cor, a textura, a transparência e a escala, já que a maioria de suas pinturas traz dimensões monumentais e levam anos para serem finalizadas. A cromaticidade da flora e da fauna naturais dessa região, também são estudadas e combinadas à geometria construtiva popular nordestina. Considerado um dos principais artistas da “Geração 80” da pintura brasileira, Delson também trabalha fotografia e escultura, práticas das quais considera como formas de construir cores, ou seja, extensões da pintura.
     
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Alagoas em 1981, Delson Uchôa estudou Pintura na Fundação Pierre Chalita. Realizou mostras individuais em instituições renomadas como o Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Brasil, 2023), Museu do Estado de Pernambuco (Recife, Brasil, 2022), Museu de Ecologia e Escultura (São Paulo, Brasil 2018), Ludwig Museum (Koblenz, Alemanha 2015), Centro Cultural São Paulo (São Paulo, Brasil, 2012), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, Brasil 2003). Além de uma extensa trajetória de bienais nacionais e internacionais – como as de Veneza, São Paulo, Havana e Cairo –, suas obras figuram em coleções como Inhotim (Brumadinho, Brasil), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Museu de Arte Moderna de São Paulo (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), Vogt Collection (Berlim, Alemanha) e York Stack Collection (Berlim, Alemanha).
  • D E L S O N U C H Ô A “Hemoglobina”, 1990/2009 acrílica e resina sobre lona de algodão...
    D E L S O N  U C H Ô A
    “Hemoglobina”, 1990/2009

    acrílica e resina sobre lona de algodão

    acrylic and resin on cotton canvas

    188 x 262 cm
    74.02 x 103.15 in
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  • Bosco Sodi

    1970, Cidade do México, México. Vive e trabalha entre Cidade do México, México e Nova York, EUA.
  • A pesquisa de Bosco Sodi prima pela simplicidade de materiais de origem natural, como pigmentos, serragem, fibras, madeira, terra, etc. A combinação desses elementos com a gestualidade da sua produção, proporcionam um caráter excepcional a cada obra, que segundo o artista “torna-se impossível de ser replicada”, além de atribuir uma conexão especial entre ele e a sua prática de criação, que transcende o conceitual. Atualmente, e cada vez mais, sua produção utiliza técnicas antigas, que além de estabelecer uma relação direta com o discurso etnobotânico, resgata sua ancestralidade nativo-latinoamericana. Bosco Sodi também associa essas técnicas a processos tradicionais e contemporâneos, dialogando com os movimentos Land Art e o “Informalismo”.
     
    Dentre as principais exposições individuais estão: He Art Museum (2024, Foshan, China), Casa das Rosas (2024, São Paulo, Brasil), SCAI The Bathhouse (2023, Tóquio, Japão), Harvard Art Museum (2023, Cambridge, EUA), Fundación Casa de Mexico (2023, Madri, Espanha), Fondazione dell’Alberto d’Oro, Venice, Italia (2022, como parte da programação oficial da Bienal de Veneza); University of South Florida Contemporary Art Museum, Tampa, EUA (2021), CAC Málaga, Espanha (2020), Royal Society of Sculptors Londres, Inglaterra (2019); Museo Barracco di Scultura Antica, Roma (2019), Mexican Cultural Institute, Washington DC, EUA, 2019, Museo Nacional de Arte, México (2017), The Bronx Museum, Nova York (2010). Mostras coletivas: Ryosokuin Zen Temple (2024, Kyoto, Japão), Desert X (2024, AlUla, Arábia Saudita), Converge 45 Biennial (2023, Oregon, EUA), 23a Triennale Milano (2022, Milão, Itália), Harbour Arts Sculpture Park, Hong Kong (2018), The Museum of Modern Art, Gunma, Japão (2017) e Museo Espacio, México (2016), etc. A obra de Bosco Sodi também compõe coleções importantes, como JUMEX Collection (México), Harvard Art Museums (EUA), Museum of Contemporary Art San Diego (EUA), New Orleans Museum of Art (EUA), The Scottish National Gallery of Art (Escócia), Walker Art Center (EUA), etc.
  • B O S C O S O D I Sem título | Untitled, 2024 técnica mista sobre tela mixed media...
    B O S C O  S O D I
    Sem título | Untitled, 2024

    técnica mista sobre tela

    mixed media on canvas

    185 Ø cm
    72.83 Ø in
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  • Iván Navarro

    1972, Santiago, Chile. Vive e trabalha em Nova York, EUA
  • As obras de Iván Navarro atraem o público a partir da combinação de elementos que questionam nossa percepção. Por um lado, sob um ponto de vista formalista, seus trabalhos são cuidadosamente construídos, trazendo a luz como seu suporte principal. Luz que provoca os sentidos ao mesmo tempo em que suscita um encantamento no espectador. A produção de Iván Navarro também é imbuída de conotações políticas, que são comunicadas ao público por inúmeras estratégias, como visto nos títulos de seus trabalhos, no cuidadoso uso da cor, na utilização de anagramas, ou na apropriação e desconstrução de símbolos que representam ideologias e poder institucionalizado.
     
    Iván Navarro formou-se em Artes Visuais, em Santiago, Chile, em 1995. Dentre as mostras individuais estão: La Capilla Azul, Chiloé, Chile (2024), Micromuseo di arte Contemporanea della Tuscia, Itália (2023), Art-OMI Sculpture Park, Ghent, EUA (2022), Farol Santander, São Paulo (2020), MAC – Niterói, RJ (2019), MACBA, Buenos Aires (2019), Museu Nacional de Belas Artes, Santiago, Chile (2015), Espace Culturel Louis Vuitton, Paris, França (2010). Dentre as coletivas: Centro de Arte Caja de Burgos, Burgos, Espanha (2024), Site Santa Fe, Novo México, EUA (2022), Illuminate SF Festival of Light, São Francisco, EUA (2020), XIV Bienal de Nuevos Medios, Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago, Chile (2019), 13o Bienal do Cairo (2019), MACBA, Buenos Aires, Argentina (2018), Guggenheim NY (2018), Museo del Barrio, NY (2017), MuBE-SP (2016), Centro Nacional de Arte Contemporáneo, Santiago, Chile (2016), 10a Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2015), Cairo International Biennale, Egito (2010), 53a Biennale di Venezia (2009), 2a Bienal de Moscou (2007), etc. Dentre as coleções mais importantes estão Centro Galego de Arte Contemporánea (Espanha), Fonds National d’Art Contemporain (França), Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (EUA), Inhotim (Brasil), Museum of Fine Arts (Boston, EUA), Saatchi Collection (Inglaterra) e Solomon R. Guggenheim Museum (EUA).
  • I V Á N N A V A R R O “Mist III (Version 5)”, 2024 luz LED, tinta, caixa...
    I V Á N  N A V A R R O
    “Mist III (Version 5)”, 2024
    luz LED, tinta, caixa de madeira, espelho, espelho unidirecional e energia elétrica
    LED, paint, wooden box, plexiglass mirror, one way mirror and electric energy
    60,96 x 45,72 x 10,16 cm
    24 x 18 x 4 in
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  • Gabriela Machado

    1960, Joinville, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A pesquisa de Gabriela Machado tem a pintura como principal interesse. O imaginário do dia a dia da vida representa grande fonte de inspiração, fornecendo à artista os parâmetros para suas paisagens e naturezas-mortas, onde pequenos recortes do cotidiano são emulados na tela. Seus processos partem da gestualidade rápida, orgânica e espontânea, o que atribui pureza à visualidade das formas e cores vivas. Suas esculturas acontecem como um desdobramento dessa estética, dando à artista a oportunidade de investigar as formas através da potencialidade de outros materiais, como argila, gesso e bronze.
     
    Gabriela Machado formou-se em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ), em 1984. Também estudou gravura, pintura, desenho e teoria da arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), entre 1987 e 1992, além de cursos livres. Desde 1987 expõe no Brasil e internacionalmente. Dentre as principais exposições individuais estão as realizadas no Paço Imperial (2023, Rio de Janeiro), Fundação Eugênio de Almeida (2019, Évora, Portugal), Museu de Arte de Santa Catarina (2018, Santa Catarina), Auroras (2017, São Paulo), MAM (2016, Rio de Janeiro), Espaço Caixa Cultural (2009, São Paulo e Rio de Janeiro), CCBB (2002, Rio de Janeiro). A artista também participou de mostras coletivas em espaços como na Casa Roberto Marinho (2022-2023, Rio de Janeiro), Paço Imperial (2014, Rio de Janeiro), Oi Futuro (2014, Rio de Janeiro), Instituto Figueiredo Ferraz (2012, Ribeirão Preto (2012, São Paulo), Centro Cultural São Paulo (2011, São Paulo), Museu de Arte da Pampulha (2010, Belo Horizonte), Centro Universitário Maria Antônia (2002, São Paulo), Espaço MAM-Higienópolis (2002, São Paulo), MAM (1999, Salvador), dentre outros. Realizou as residências Air 351 (2019, Cascais, Portugal) e Further on Air (2016, Nova York, EUA). Sua obra figura entre coleções nacionais e internacionais importantes, como Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte), Centro Cultural São Paulo (São Paulo), Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual (Lisboa, Portugal), Casa Roberto Marinho (Rio de Janeiro), IBAC-Instituto Brasileiro de Arte Contemporânea (Rio de Janeiro), Museu de Arte de Santa Catarina (Santa Catarina), Arizona State University Art Museum (Arizona, EUA), etc.
  • G A B R I E L A M A C H A D O “Pinguinho”, 2024 acrílica sobre linho...
    G A B R I E L A  M A C H A D O
    “Pinguinho”, 2024

    acrílica sobre linho

    acrylic on linen

    114 x 173 cm
    44.88 x 68.11 in
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  • G A B R I E L A M A C H A D O “Arlequim”, 2023 acrílica sobre linho...
    G A B R I E L A  M A C H A D O
    “Arlequim”, 2023

    acrílica sobre linho

    acrylic on linen

    200 x 165 cm
    78.74 x 64.96 in
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  • Caio Reisewitz

    1967, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa de Caio Reisewitz traz a fotografia como suporte principal. Através do refinamento técnico e temático, sua obra apresenta um interesse pela ação do homem e seus efeitos sociais e políticos, seja no espaço natural, seja no espaço arquitetônico. Enquanto sua técnica fotográfica exalta a dramaticidade entre formas, cores e texturas, sua poética artística constrói um repertório estético quase onírico. Esses aspectos estabelecem um diálogo dicotômico entre o real (aquele característico do registro fotográfico) e o quimérico (nossos próprios repertórios).
     
    Formado em artes plásticas pela Universidade de Mainz (Alemanha), Caio Reisewitz tem especialização em poéticas visuais e mestrado pela Universidade de São Paulo. Dentre as bienais que participou estão a 23a Bienal de Sydney, Austrália (2022), Bienal de Artes de Nice, França (2022), a 26ª Bienal de São Paulo (2004), 51ª Biennale di Venezia (2005) e Nanjing Biennale (2010), na China. Também já teve seu trabalho apresentado na Fundació Mies van der Rohe (2024, Barcelona, Espanha),  22o DongGang International Photo Festival, no Dong Gang Museum of Photograph (2024, Coreia do Sul); MUSAC – Museo de Arte Contemporáneo de Castilla e León (2024, 2023 e 2010, Espanha); Instituto Moreira Salles Rio de Janeiro e São Paulo (2010, Brasil); Ella Fontanals-Cisneros Collection Miami (2005, 2010, EUA); ICP – International Center of Photography, Nova York (2014, EUA); Maison Européenne de la Photographie, Paris (2015, França); Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017, Brasil), além de Photo Xangai (2019, China). Em 2020, lançou o livro “Altamira”, a partir de coleção homônima adquirida pela Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil). Sua obra pode ser encontrada em acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA); Fundación ARCO Madrid (Espanha); Collezione Fondazione Guastalla (Itália); Fond National d'Art Contemporain (França); MUSAC (Espanha); MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (Brasil); Musée Malraux (França), Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outros.
  • C A I O R E I S E W I T Z “Jaguaratema”, 2023 impressão jato de tinta em...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Jaguaratema”, 2023
    impressão jato de tinta em metacrilato
    ink jet print on Diasec
    207 x 150 cm
    81.5 x 59.05 in
    ed 1/5
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  • C A I O R E I S E W I T Z “Janahy”, 2023 impressão jato de tinta em...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Janahy”, 2023
    impressão jato de tinta em metacrilato
    ink jet print on Diasec
    207 x 150 cm
    81.5 x 59.05 in
    ed 1/5
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  • Campana

    Fernando e humberto campana. Estúdio Campana.

    Fernando Campana. 1961, Brotas, São Paulo, Brasil - 2022, São Paulo, Brasil
    Humberto Campana. 1953, Rio Claro, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

     

    CV do Artista

  • Juntos desde 1983, os irmãos Fernando e Humberto Campana desenvolvem um trabalho que abraça a multidisciplinaridade, unido arte, design, arquitetura, cenografia, moda e paisagismo, sendo cada peça uma ferramenta para contar histórias. Através do Estúdio Campana, a dupla vem quebrando barreiras na ressignificação, recuperação e reutilização dos materiais, propondo soluções simples e criativas, bem como resgatando o fazer manual através da tecnologia de ponta e da sustentabilidade. O imaginário coletivo popular do Brasil, com suas cores e formas, é resgatado em peças dramáticas, caóticas e cheias de movimento e significado, promovendo a arte do design como um instrumento de intercâmbio de conhecimentos, transformação e inclusão social. Desde 2022, Humberto Campana lidera os trabalhos com o Estúdio e Fundação Campana.
     
    Fernando e Humberto Campana fundaram o Estúdio Campana em 1984. Sua primeira exposição individual aconteceu no Nucleon 8 (1989, São Paulo, Brasil), seguida por Pinacoteca do Estado de São Paulo (1991, São Paulo, Brasil), Museu da Casa Brasileira (1996, São Paulo, Brasil), Museu de Arte Moderna – MAM (2001, São Paulo, Brasil), Design Museum (2004, Londres, GB), Danish Design Centre (2004, Copenhagen, Dinamarca), Victoria & Albert Museum (2007, Londres, GB), Musée Des Arts Decoratifs (2012, Paris, França), Decorative Arts Center of Ohio (2014, Lancaster, EUA), Museu de Arte Moderna – MAM (2020, Rio de Janeiro, Brasil), The Power Station of Art, Shanghai (2024, Xangai, China), dentre muitas outras. Já entre mostras coletivas, destacam-se as realizadas no Centre Pompidou - Metz (2023, Metz, França), Design Museum (2022, Londres, Reino Unido), Museum of Modern Art – MoMA (1998, Nova York, EUA), Crystal Palace (2003, Milão, Itália), Centre Pompidou (2005, Paris, França), Museum of Modern Arts Montreal (2006, Montreal, Canada), Triennale di Milano (2015, Milão, Itália), Somerset House (2018, Londres, Reino Unido), Museum of Fine Arts (2020, Houston, EUA) e Denver Art Museum (2021, Denver, EUA). Suas peças figuram em coleções como Centre Pompidou (França), Musée Des Arts Décoratifs (França), MoMA-NY (EUA) e MAM-SP (Brasil). Em 2009, fundaram o Instituto Campana, para promover o Design como uma ferramenta social. Desde 2018, os Campana estão entre os arquitetos mais importantes do mundo pela Interni. Por dois anos (2014-15), estiveram entre os mais importantes profissionais do Design pela revista Wallpaper e, em 2013, foram listados entre as cem personalidades brasileiras mais influentes. Em 2012, foram selecionados para o Colbert Committee Award (Paris, França), homenageados pela Design Week (Pequim, China), além de Ordem do Mérito Cultural (DF, Brasil), Ordem das Artes e Letras do Ministério da Cultura da França e eleitos Designers do ano pela Maison & Objet de Paris. Em 2008, receberam o prêmio Design/Miami Designer of the Year.
  • C A M P A N A “Boca”, 2024 cerâmica e ferro ceramic and iron 165 x 49 Ø cm...
    C A M P A N A
    “Boca”, 2024
    cerâmica e ferro
    ceramic and iron
    165 x 49 Ø cm
    65 x 19.3 Ø in
    ed 1/8 + 2 P.A.
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  • C A M P A N A “Papila”, 2024 cerâmica, palha e metal ceramic, straw and metal 160 x 80...
    C A M P A N A
    “Papila”, 2024
    cerâmica, palha e metal
    ceramic, straw and metal
    160 x 80 x 50 cm
    62.99 x 31.5 x 19.68 in
    ed 1/8 + 2 P.A.
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  • C A M P A N A “Buco”, 2024 cerâmica e ferro ceramic and iron 190 x 45 Ø cm...
    C A M P A N A
    “Buco”, 2024
    cerâmica e ferro
    ceramic and iron
    190 x 45 Ø cm
    74.8 x 17.72 Ø in
    ed 1/8 + 2 P.A.
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  • C A M P A N A Sem título | Untitled, 2024 caneta metálica sobre papel preto metallic pen on...
    C A M P A N A
    Sem título | Untitled, 2024
    caneta metálica sobre papel preto
    metallic pen on black paper
    190 x 45 Ø cm
    74.8 x 17.72 Ø in
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  • Marina Abramovic

    1946, Belgrado, Sérvia. Vive e trabalha em Nova York, EUA
  • Marina Abramovic ficou mundialmente conhecida por sua pesquisa na arte da performance, que introduziu na experiência artística, ainda na década de 1960, a discussão sobre os limites do corpo e da mente, além da relação direta entre o artista e o público. A partir da década 1980, a artista passou a investigar os assuntos relacionados à espiritualidade e ao sincretismo religioso, além dos potenciais da mente, do corpo e do espírito, através da conexão com a natureza e o sagrado. Essa investigação ganha ainda mais importância na obra da artista depois de sua primeira visita ao Brasil, em 1989. Essas experiências compõem um rico material para produção de fotografias, vídeos, esculturas e instalações.
     
    Marina Abramovic é formada pela Academy of Fine Arts (Belgrado, 1970), Academy of Fine Arts (Zagreb, 1972) e pelo The Art Institute of Chicago (2005). Marina Abramovic é fundadora do MAI – Marina Abramovic Institute, em Nova York, uma plataforma para arte imaterial e performances de longa duração. Sua primeira exposição individual foi realizada em 1964 na Workers’ University, em Belgrado; desde então, apresentou dezenas mostras individuais em instituições como Modern Art Museum Shanghai (2024, China), Usina de Arte, Água Preta (2024, Brasil), Stedelijk Museum, Amsterdã (2024, Holanda), Royal Academy of Arts (2023, Inglaterra), Serpentine Galleries (2019, Inglaterra), Sesc Pompeia (2015, Brasil), MoMA (2010, EUA), Guggenheim Museum (2005, EUA), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (2005, Espanha), Neue Nationalgalerie (1992, Alemanha), Centre Georges Pompidou (1990, França), Fundação Calouste Gulbenkian (1986, Portugal), entre muitos outros. Marina Abramovic participou de inúmeras mostras coletivas, com destaque para a 45ª (1993) e a 47ª Bienal de Veneza (1997) – quando ganhou o Leão de Ouro de Melhor Artista; Documenta 13, 9, 8 e 6 (2012, 1992, 1988 e 1977); as 28ª, 18ª e 16ª edições da Bienal de São Paulo (2008, 1985 e 1981); 5ª e 13a Bienal do Mercosul (2007 e 2022); e 7ª Bienal de la Habana (2000). Desde 2020, Marina Abramovic realiza itinerância com a peça "7 Deaths of Maria Callas", sobre o legado da cantora greco-americana. Suas obras encontram-se nas principais coleções públicas e privadas, como Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami (EUA), Kunstmuseum (Suíça), Museum Ludwig (Alemanha), San Francisco Museum of Modern Art (EUA), Solomon R. Guggenheim Museum (EUA), The Museum of Modern Art, New York – MoMA (EUA), etc.
  • M A R I N A A B R A M O V I C “Portrait with Firewood”, 2009 impressão...
    M A R I N A  A B R A M O V I C
    “Portrait with Firewood”, 2009
    impressão sobre papel de algodão
    black and white pigment print on cotton paper
    136 x 136 cm
    53.54 x 53.54 in
    ed 8/30
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  • Rafael Carneiro

    1985, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A obra de Rafael Carneiro vem se transformando dentro da pintura. A transcrição das imagens para a tela torna-se por si só uma temática importante para ele, que procura evitar os rótulos e compromissos formais próprios da pintura para se aproximar do complexo universo de imagens da cultura e imaginário coletivos. O significado das figuras utilizadas pelo artista dilui-se pela técnica aplicada, que descontextualiza, reconfigura e ressignifica, por meio da quebra de sua integralidade, subtraindo e somando novos elementos, de forma a compor narrativas mais complexas. Mais recentemente, o artista tem explorado as possibilidades de novos materiais sobre a tela, muitas vezes em trabalhos abstratos, a partir da produção da sua marca de tinta óleo artesanal Joules & Joules.
     
    Rafael Carneiro possui formação em Artes Plásticas pela ECA-USP. Suas obras já foram apresentadas em instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, CCBB- DF e RJ, Brasil (2019), 33º Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil (2018), Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil (2017), Caixa Cultural Rio de Janeiro, Brasil (2017), Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2016), Paço das Artes, São Paulo, Brasil (2014), Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Festival Sesc Videobrasil, São Paulo, Brasil (2013), Itaú Cultural. São Paulo, Brasil (2011), Centro Cultural São Paulo, Brasil (2009), Centro Cultural São Paulo, Brasil (2006), Centro Universitário Maria Antônia, São Paulo, Brasil (2005).
  • R A F A E L C A R N E I R O Sem título | Untitled, 2024 óleo...
    R A F A E L  C A R N E I R O
    Sem título | Untitled, 2024
    óleo sobre tela
    oil on canvas
    90 x 70 cm
    35.5 x 27.5 in
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  • R A F A E L C A R N E I R O Sem título | Untitled, 2024 óleo...
    R A F A E L  C A R N E I R O
    Sem título | Untitled, 2024
    óleo sobre tela
    oil on canvas
    120 x 100 cm
    47.2 x 39.4 in
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  • Raphaël Zarka

    1977, Montpellier, França. Vive e trabalha em Paris, França.
  • Raphaël Zarka parte do experimentalismo teórico para construir sua pesquisa artística, que atravessa por diversas mídias, incluindo pintura, escultura, fotografia e vídeo. Seu interesse principal situa-se na potencialidade escultórica das estruturas, seus volumes e geometrias, influenciado pela arquitetura e urbanidade. O artista frequentemente colabora com comunidades locais para seus projetos, que exploram a história e a materialidade dos objetos e espaços envolvidos. O skateboarding, particularmente, representa um elemento importante na sua investigação, não apenas pela cultura que envolve essa prática, mas também pela dinâmica das superfícies utilizadas, como as rampas, por exemplo. Pode-se dizer que o ponto de convergência de seu trabalho é a mudança de significado das formas de acordo com o espaço e o tempo em que estão inseridas.
     
    O artista é graduado em Artes pela Winchester School of Art, na Inglaterra, e pela École Nationale Supérieure des Beaux-Arts, em Paris. Dentre as exposições individuais, estão: Centre Pompidou (2024, Paris, França), Centre régional d’art contemporain, (2020, Le Havre, França), Koffler Center of the Arts (2019, Toronto, Canadá), National Museum of Contemporary Art (2019, Romênia), Musée d’Art Modern (2016, Toulouse, França), Le Corbusier – Villa Savoye (2013, França), etc. Suas principais participações em exposições coletivas são: Biennale d'art contemporain d'Enghien (2022, Bélgica), Centre Regional d’Art Contemporain (2021, Montbéliard, França), Museé d’Art Contemporain (2019, Bordeaux, França), Museo Nazionale delle arti del XXI Secolo (2018, Roma, Itália), Centre Georges Pompidou (2016, Paris, França), Museu de Arte do Rio – MAR (2014, Brasil), Palais de Tokyo (2012, Paris, França), Museum of Contemporary Art (2010, Detroit, EUA), etc. Suas obras figuram entre diversas coleções públicas e privadas, como Centre George Pompidou (França), Fonds National d’Art Contemporain (França), Museé d’Art Moderne de Paris (França), dentre outros. 
  • R A P H A E L Z A R K A “Gnomonic woods #33” , 2023 tinta sobre papel...
    R A P H A E L  Z A R K A
    “Gnomonic woods #33” , 2023

    tinta sobre papel sobre compensado pintado

    ink on paper mounted on painted plywood

    41,6 x 29,3  x 3 cm
    16.57 x 11.53 x 1.18 in
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  • Tiago Tebet

    1986, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha.
    A pintura como linguagem é o principal objeto de pesquisa de Tiago Tebet, que desde muito jovem, vem explorando seus processos e formas de ressignificação. Associada a uma habilidade técnica impecável, a investigação do artista destaca-se ainda pela originalidade com a qual explora as possibilidades e as especificidades da representação na pintura. Sua investigação preocupa-se com os processos de construção e materialidade, como métodos mecânicos e artesanais, que usa para atingir resultados mais espontâneos, levando a uma maior variação de linguagens.
     
    Tiago Tebet graduou-se em artes plásticas pela FAAP-SP, em 2009, e, nos anos 2007, 2008 e 2009, participou de três Anuais (exposições internas da FAAP), sendo selecionado para bolsa de estudos. Ainda na faculdade, integrou o grupo Anarcademia, de Dora Longo Bahia, por meio do qual participou da 28a Bienal de São Paulo, em 2008. Entre as exposições individuais estão no Espaço Auroras (São Paulo, Brasil, 2023), Luciana Brito Galeria (São Paulo, Brasil) 2019, 2013 e 2011), Lisa Kandhofer Galerie (Áustria, 2018), resultado da Summer Residence, e Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, 2017). Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se a Paralela (2010), Museu de Arte de Ribeirão Preto (2011), TRIO Bienal (2015) e a 10a Bienal do Mercosul (2015). Além disso, em 2016, participou da Billingbear Residency, na Inglaterra.
  • T I A G O T E B E T “Palmeira #3”, 2023 pigmento sobre lona crua pigment on canvas...
    T I A G O  T E B E T
    “Palmeira #3”, 2023
    pigmento sobre lona crua
    pigment on canvas
    160 x 110 cm
    63 x 43.30 in
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  • T I A G O T E B E T “Palmeira #1”, 2023 pigmento sobre lona crua pigment on canvas...
    T I A G O  T E B E T
    “Palmeira #1”, 2023
    pigmento sobre lona crua
    pigment on canvas
    160 x 110 cm
    63 x 43.30 in
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  • Afonso Tostes

    1965, Belo Horizonte, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A matéria e sua estrutura, formas de conexão, fixação e sustentação são conceitos que atraem o interesse de Afonso Tostes. E foi a partir dos anos 2000, que o artista inicia a pesquisa que passa a nortear seu trabalho: a tridimensionalidade e sua representação no espaço. Trata-se de uma evolução coerente desde o começo de sua carreira, a qual já estudava as formas estruturais orgânicas no desenho e na pintura. Conhecido por suas grandes instalações, Afonso Tostes resgata as histórias preliminares dos materiais, principalmente a madeira, expõe e transforma suas narrativas, de acordo com uma sensível reconstrução no espaço expositivo, ou mesmo com a ressignificação de objetos menores já existentes, como ferramentas e utensílios de trabalho.
     
    Afonso Tostes estudou Artes na Escola Guignard (1980, Belo Horizonte, Brasil) e, em seguida, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1989, Rio de Janeiro, Brasil). Dentre as suas principais mostras individuais estão as apresentadas na Fundação Iberê Camargo (2023, Porto Alegre, Brasil), Sesc Pompeia (2019, São Paulo, Brasil), Casa França Brasil (2013, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Moderna – MAM/RJ (2011, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói (2009, Rio de Janeiro, Brasil), Centro Cultural Maria Antônia (2003, São Paulo, Brasil) e Centro Cultural São Paulo – CCSP (1996, São Paulo, Brasil). Já dentre as exposições coletivas estão a Casa Roberto Marinho (2023, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte do Rio – MAR (2020, Rio de Janeiro, Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (2019, Paris, França), Museu Nacional de Arte Chinesa (2018, Pequim, China), Frestas Trienal Sesc (2014, Sorocaba, Brasil), Instituto Tomie Ohtake (2010, São Paulo, Brasil) e 5a Bienal do Mercosul (2005, Porto Alegre, Brasil). Sua obra figura em coleções como MAM-RJ (Brasil), MAM-BA (Brasil), MAC Niterói (Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (França) e Coleção SESC de Arte (Brasil).
  • A F O N S O T O S T E S “9” da série 'Reforma', 2023 PVA e pó...
    A F O N S O  T O S T E S
    “9” da série "Reforma", 2023
    PVA e pó de madeira sobre tela
    PVA and wood sawdust on canvas
    200 x 100 cm
    78.74 x 39.37 in
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  • A F O N S O T O S T E S Sem título | Untitled, 2025 acrílica, pigmento, pó...
    A F O N S O  T O S T E S
    Sem título | Untitled, 2025
    acrílica, pigmento, pó de madeira, galho de árvore e cunha
    acrylic, pigment, wood dust, tree branch and wedge
    151 x 107 cm
    59.44 x 42.12 in
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  • Antonio Pichillá

    1982, San Pedro La Laguna, Guatemala. Vive e trabalha em San Pedro La Laguna, Guatemala.
  • Artista indígena do povo Maia Tz'utujil, Antonio Pichillá trabalha com suportes variados, mas encontra na tecelagem seu principal foco de interesse. Para ele, os processos e materiais que envolvem as tradições têxteis representam uma forma de resgatar sua  ancestralidade, fortalecendo especialmente a memória das mulheres de sua família. Sua pesquisa baseia-se também na coletividade, cultura e símbolos de seu povo, natural da região do Lago Atitlan (Guatemala).
     
    Possui graduação pela Escuela Nacional de Artes Plásticas Rafael Rodríguez Padilla, Guatemala. É membro do grupo TEI-CA (Oficinas de Estudos e Pesquisa em Ciência e Arte). Dentre as exposições individuais mais importantes, estão as que foram apresentadas no International Centre of Graphic Arts – MGLC (2024, Eslovênia), Museum of Contemporary Art Santa Barbara (2023, EUA), La Nueva Fábrica, Santa Ana (2022, Guatemala). Dentre as coletivas estão as do Barbican Centre (2024, GB), The Institute for Studies on Latin American Art ISLAA (2024, EUA),  22a Bienal Sesc VideoBrasil (2023-24, Brasil), Denver Art Museum (2022, EUA); Trienal de Kathmandu (2022, Nepal), 11ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (2020, Alemanha), Bienal Arte Paiz (2002, 2010 e 2014, Guatemala), etc. Sua obra figura nas coleções do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha), Denver Art Museum (EUA) e Tate Modern (GB). Prêmios mais importantes: Bienal Indígena Intercontinental - Menção Honrosa (2012, México) e Juannio Latin American Art Contest / Auction (2017, Guatemala).
  • A N T O N I O P I C H I L L Á “Cuatro puntos cardinales”, 2024 fios...
    A N T O N I O  P I C H I L L Á
    “Cuatro puntos cardinales”, 2024
    fios de lã tingidos
    dyed wool threads
    170 x 110 x 4 cm
    67 x 43.3 x 1.6 in
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  • Fernando Zarif

    1960, São Paulo, Brasil. 2010, São Paulo, Brasil.
  • Visionário e incessante questionador, Fernando Zarif é autor de uma vasta produção, ondeestabeleceu uma linguagem autêntica e independente dos preceitos culturais de sua época, associando-se a expressões de vanguarda, como as performances e vídeo instalações. Fernando Zarif é considerado uma das figuras mais emblemáticas da geração paulistana da década de 1980. A partir dos anos de 1990, o artista passou a incorporar em sua pesquisa a apropriação de objetos diversos, mantendo ou não a integridade desse material, mas sempre ressignificando-o. Além da escultura, do vídeo e da performance, o artista explorou outros suportes artísticos, como a escrita, o desenho, a pintura e a música.
     
    Fernando Zarif estudou arquitetura e realizou cursos livres em artes. Em 1982, realizou sua primeira exposição individual no Gabinete Fotográfico da Pinacoteca do Estado de São Paulo. No ano seguinte, apresentou as performances com músicas de Richard Wagner e John Cage, como parte da programação musical do MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Em 1995, realizou sua maior exposição individual em uma instituição brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1998, realizou mostra individual na Maison des Arts André Malraux, em Créteil, França (1998).Em 2009, participou de sua última mostra em vida, no Espaço Tom Jobim, Rio de Janeiro. A partir de 2011, sua família deu início ao Projeto Fernando Zarif, o qual é destinado a preservar, catalogar e difundir a obra do artista, somando até hoje mais de 2 mil obras recuperadas, entre fotografias, livros, documentos e escritos. Em 2015, aconteceu a primeira grande exposição póstuma do artista no Instituto Figueiredo Ferraz, seguida por mostra em homenagem a Zarif, realizada pela Luciana Brito Galeria. Mais recentemente, em 2021, o Instituto Fernando Zarif lançou a publicação “Fernando Zarif: Múltipla Unidade”.
  • F E R N A N D O Z A R I F Sem título | Untitled, s.d. colagem e...
    F E R N A N D O  Z A R I F
    Sem título | Untitled, s.d.
    colagem e aquarela sobre papel
    collage and watercolour on paper
    50 x 66 cm
    19.7 x 26 in
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  • Rob Wynne

    1948, Nova York, EUA. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • Rob Wynne é um colecionador de memórias. Muito atento ao seu próprio contexto e à cultura popular, o artista utiliza a sintaxe visual para combinar fragmentos extraídos de conversas, literatura, teatro, cinema etc, em obras que empregam imagens e, principalmente, textos como elementos principais, seja em esculturas, instalações, colagens, impressão digital ou bordados. O vidro costuma ser um dos seus materiais preferidos, do qual ele costuma trabalhar formas orgânicas, que são espalhadas por ele manualmente. Sua investigação ainda é atravessada por conceitos que remetem ao Fluxus, movimento norte-americano da década de 1960, do qual esteve intimamente ligado e que trazia a abordagem experimental e multidisciplinar para relacionar a vida cotidiana à arte.
     
    Formado em artes pelo Pratt Institute (Nova York, EUA), Rob Wynne já realizou exposições individuais em espaços importantes, como o Norton Museum of Art (2019 e 2012, Palm Beach, EUA), Brooklyn Museum (2019, Nova York, EUA) e New York University (1994, Nova York, EUA), além de mostras coletivas, como no New Orleans Museum of Art (2017, New Orleans, EUA), Massachusetts College of Art & Design (2017, Boston, EUA), Museum of Modern Art (2013, New York, EUA), Georgia Museum of Fine Art (2005, Athens, EUA), P.S.1 Institute for Contemporary Art (1998, Long Island City, EUA), dentre outros. Suas obras figuram em coleções públicas e privadas: Brooklyn Museum of Art (EUA) Centre Pompidou (França) Museum of Fine Arts (EUA) Columbus Museum of Art, Columbus (EUA) The Museum of Modern Art - MoMA (EUA), The Whitney Museum of Art (EUA), The Philadelphia Museum of Art (EUA), La Collection de Frac des Pays de la Loire (França), Bibliothèque National Paris (França), Norton Museum of Art (EUA). Em 2023, juntamente com Gregory R. Miller & Co. o artista lançou a monografia ilustrada "Obstacle Illusion".
  • R O B W Y N N E “Vortex”, 2025 vidro derramado e espelhado poured and mirrored glass 167 x...
    R O B  W Y N N E
    “Vortex”, 2025
    vidro derramado e espelhado
    poured and mirrored glass
    167 x 190 cm
    66 x 75 in
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  • R O B W Y N N E “Black Line 1”, 2024 vidro derramado poured glass dimensões variáveis variable dimensions...
    R O B  W Y N N E
    “Black Line 1”, 2024
    vidro derramado
    poured glass
    dimensões variáveis
    variable dimensions
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  • R O B W Y N N E “Pink Exclamation”, 2024 vidro derramado e espelhado poured and mirrored glass 61...
    R O B  W Y N N E
    “Pink Exclamation”, 2024
    vidro derramado e espelhado
    poured and mirrored glass
    61 x 11,4 cm
    24 x 4.5 in
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  • Analivia Cordeiro

    1954, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa artística de Analivia Cordeiro desenvolve-se de forma híbrida e multidisciplinar, com particular interesse pelo estudo da linguagem corporal, com foco na sua expressão e consciência, abordando dentre outros aspectos sua relação com as mídias digitais. Sua vivência em dança iniciou-se ainda criança e desde então tem sido o ponto norteador de sua trajetória nas artes visuais. Considerada pioneira da chamada “Computer-dance” e da performance multimídia, a artista incorporou o computador como ferramenta de entendimento dos processos artísticos ainda em 1973, sendo a primeira videoartista brasileira com a obra “M3X3”, que já vislumbrava a representatividade da tecnologia na vida prática da sociedade. Em 1981, criou “Nota-Anna”, um software de notação de movimentos, resultado de análises científicas para o rastreamento dos movimentos corporais. A investigação de Analivia trabalha o duo orgânico/artificial na linguagem corporal e, paralelamente, o duo controle/liberdade na sua relação com a tecnologia, considerando-a como um filtro semântico para a realidade, um intermediário para dialogar com o público. O que vemos são produções inovadoras tanto em arte quanto em tecnologia, que despertam para experiências multissensoriais e trabalham também a saúde, a afetividade e o autoconhecimento, travando um diálogo com a tecnologia, a arte, o corpo e a mente.  
     
    Analivia Cordeiro formou-se em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP (1976, São Paulo), com pós-graduação Mestrado Multimídias pela Unicamp (1996, Campinas-SP) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC (2004, São Paulo-SP), além de Pós-doutorados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (2010, Rio de Janeiro) e pela Universidade de São Paulo – USP (2018, São Paulo). Entre 1977 e 1979 estudou Dança Contemporânea e Coreografia no Merce Cunningham Dance Studio de Nova York e no Alwin Nikolais Studio. Ganhou sua primeira grande exposição individual internacional, no ZKM-Museum of Contemporary Art (2023, Alemanha), no Centro Atlántico de Arte Moderno, Las Palmas (2023, Espanha), além de participar de mostra no LACMA (2023, EUA). Dentre as principais mostras e eventos dos quais participou, estão a 1973 International Festival of Edinburgh, 12a Bienal de São Paulo (1974, São Paulo, Brasil); LatinAmerica 74 – Institute of Contemporary Arts (1974, Londres, GB); International Conference Computer & Humanities/2 – University of Southern California (1976, Los Angeles, EUA); Art of Space Era - Von Braun Civic Center of Huntsville Museum of Art, 1978; Brasil Século XX, Bienal de São Paulo (1984, Brasil); Arte e Tecnologia – Itaú Cultural (1996, São Paulo, Brasil); 27a Annual Dance on Camera Festival (1998, Nova York, EUA); SIGGRAPH (2008, USA), B3 Biennale of Moving Images – Expanded Senses – Museum Angewandte Kunst (2015, Frankfurt, Alemanha); Video art in Latin America, Laxart (2016-2017, Los Angeles); Radical Women: Latin American Art, 1960-1985, Hammer Museum 2017, Los Angeles, EUA), Brooklyn Museum (2018, Nova York, EUA) e Pinacoteca de São Paulo (2023 e 2018, São Paulo, Brasil); Coder le Monde – Centre Georges Pompidou (2018, Paris, França); Control and Chance: Art in the Age of Computer – Victoria & Albert Museum (2018, Londres, GB), Electric Dreams: Art and Technology Before the Internet - TATE Modern (2024, Londres, GB), além de Radical Software: Women, Art & Computing, 1960-1991 - The Contemporary Museum of Luxembourg - MUDAM (2024, Kirchberg, Luxemburgo). Sua obra também figura em importantes coleções, como ZKM-Museum of Contemporary Art (Alemanha), Museum of Fine Arts, Houston (EUA), Victoria & Albert Museum Collection (GB), Museum of Modern Art – MoMA-NY (EUA); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Espanha), Museum of Concrete Art (Ingolstadt, Alemanha), além de MAC-USP (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), Itaú Cultural (Brasil) e do arquivo de Oskar Schlemmer (Suíça/Alemanha). A artista é também membro da CID – Comissão Internacional de Dança, da UNESCO.
  • A N A L I V I A C O R D E I R O “Computer notation”, 2025 impressão...
    A N A L I V I A  C O R D E I R O
    “Computer notation”, 2025
    impressão jato de tinta sobre papel algodão Hahnemühle photo rag 308g
     inkjet print on Hahnemühle photo rag 308g cotton paper
    70 x 108 cm
    27.55 x 42.51 in
    ed 1/20
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  • Thomaz Farkas

    1924, Budapeste, Hungria – 2011, São Paulo, Brasil.
  • As primeiras séries autorais de Thomaz Farkas estão associadas à sua experiência com o Foto Cine Clube Bandeirante, onde o artista contribuiu para os avanços da fotografia brasileira. Sua prática concentrava-se nos recursos técnicos criativos, em detrimento do pictorialismo e dos gêneros tradicionais conduzidos pela pintura (retrato, paisagem etc). Em suas fotografias, Thomaz Farkas registrava as cenas cotidianas dos grandes centros, arquitetura e paisagens urbanas, por meio de composições geométricas e ângulos inusitados. A obra do artista reúne não apenas registros do dia a dia, mas compõe um rico testemunho histórico e social brasileiro.
     
    Radicado em São Paulo desde os 6 anos de idade, Thomaz Farkas era filho do fundador da Fotoptica, empresa pioneira na comercialização de equipamentos fotográficos no Brasil. Formou-se PHD pela Escola de Comunicação e Artes da USP (1973). Dentre as principais exposições individuais estão as realizadas no Instituto Moreira Salles (2024, São Paulo, Brasil), MIS Museu da Imagem e do Som Chico Albuquerque (2024, Fortaleza, Brasil), Museu da Imagem e do Som (2019, São Paulo, Brasil), Instituto Moreira Salles (2011, São Paulo, Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (2005, São Paulo, Brasil), Centro Português de Fotografia (2000, Lisboa, Portugal), MASP (1949, 1997, Brasil), MAM-SP (1949, Brasil). Mostras coletivas foram realizadas no MAM-SP (2023, Brasil), MoMA-NY (2021, EUA), Museo Jumex (2018, México), Tate Modern (2018, Londres, Inglaterra), Museum of Contemporary Art (2017, San Diego, EUA), Itaú Cultural (2017, São Paulo, Brasil), The Photographer’s Gallery (2016, Nova York, EUA), Fundação Calouste Gulbenkian (2015, Paris, França), Museum fur Fotografie (2012, Berlim, Alemanha), etc. Farkas foi ainda eleito quatro vezes o representante do Brasil na Photographic Society of America, além de figura central na criação dos departamentos de fotografia do MASP e do MAM-SP. Sua obra também figura entre as coleções do MoMA-NY (EUA), MASP (Brasil), MAM-SP/RJ (Brasil), Instituto Moreira Salles (Brasil) e Tate Modern (Inglaterra).
  • T H O M A Z F A R K A S “Fachada Lateral do ministério da Educação e Saúde,...
    T H O M A Z  F A R K A S
     “Fachada Lateral do ministério da Educação e Saúde, Rio de Janeiro”, c.1945/2013
    gelatina de prata
    silver gelatin
    47 x 44 cm
    18.50 x 17.32 in
    ed 2/17
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  • T H O M A Z F A R K A S “Fachada Interior do Edifício São Borja, Rio de...
    T H O M A Z  F A R K A S
    “Fachada Interior do Edifício São Borja, Rio de Janeiro” , 1945/2013
    gelatina e prata sobre papel
    silver gelatin print on paper
    45 x 45 cm
    17.71 x 17.71 in
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